Posse reforça compromisso da Agência com transparência, diálogo e segurança regulatória no setor elétrico
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) empossou nesta terça-feira (16), em Brasília, os novos diretores Gentil Nogueira e Willamy Frota. A cerimônia foi realizada no Observatório Nacional da Transição Energética, no edifício do Ministério de Minas e Energia (MME), reunindo autoridades, parlamentares, representantes do setor elétrico e familiares dos empossados.
Primeiro a assinar o termo de posse, Gentil Nogueira destacou sua trajetória como ex-secretário de Energia Elétrica do MME e reforçou o compromisso com a missão institucional da Agência. “A ANEEL não é um órgão de defesa do consumidor nem um tribunal. É uma agência reguladora, que deve atuar em busca do equilíbrio entre agentes e em benefício da sociedade”, afirmou.
Entre as prioridades do novo diretor estão o fortalecimento da segurança jurídica e regulatória, a atração de investimentos, a defesa dos consumidores e a busca por tarifas justas. Gentil ressaltou ainda a importância de avançar na transição energética com eficiência em todas as etapas da cadeia elétrica, sempre com diálogo e cooperação.
Na sequência, Willamy Frota também tomou posse e enfatizou sua experiência em diferentes instituições do setor elétrico. Ele lembrou projetos estratégicos que ampliaram a oferta de energia confiável no país e relacionou os desafios da nova era energética à necessidade de inovação, previsibilidade e tecnologia.
“O Brasil, pela sua dimensão continental, apresenta desafios complexos ao setor. A ANEEL tem o papel fundamental de regular, fiscalizar e mediar para garantir um mercado seguro e equilibrado. Assumo essa responsabilidade com isenção, transparência e compromisso com o interesse público”, declarou Frota, que celebrou ainda o fato de ser o primeiro amazonense a ocupar uma cadeira na diretoria da Agência.
Com as posses, a ANEEL reforça sua agenda de regulação e fiscalização diante dos desafios da transição energética, da ampliação da matriz renovável e da necessidade de equilíbrio entre modicidade tarifária e sustentabilidade econômica do setor elétrico brasileiro.
Fonte: ANEEL